Só uma mulher com bollocks pra ser uma estreante no show business e ainda sim ir pra TV e não fazer o "catecismo" - uma cópia perfeita do que tá no CD ou uma versão acústica ou sei lá...
Pra quem quer o CD da mulé (Nicole Atkins & The Sea - Neptune City), tá aqui o link. É tão bom, tão bom que quando sair por aqui eu vou até comprar (coisa que eu não faço desde 2005...)
Nicole Atkins & The Sea - Maybe Tonight (Live on Conan)
Como eu previ no "post póstumo", tudo tem o seu propósito, a sua razão. Se o fim do Audioslave não chegasse, eu e milhares de pessoas, naquela quarta-feira chuvosa de dezembro, provavelmente não teríamos tido aquela experiência. Melhor show do ano. Um dos melhores (senão o melhor, sem exagero) da minha breve (e feliz) vida.
Dizer mais o que?
E o que a gente espera que role quando o cara voltar (ele prometeu que vai!)
Na coluna "Vida Pop" da Rolling Stone Brasil de outubro (a do Faustão), Miguel Sokol faz um "estudo resumido" da "performance" de Britney Spears no VMA desse anoe a coloca no panteão de apresentações que mudaram o curso do entretenimento mundial.
Mas só entende que tem ironia e sarcasmo no DNA.
Nessa lista, estava incluída a apresentação do Nirvana no Top Of the Pops, um programa da BBC que apresentava a "parada de sucessos" da semana. Isso incluia a presença de alguns dos agraciados fazendo o famoso e execrável "playback".
Fui lá eu procurar no YouTube e confesso que fazia tempo que eu não ria tanto.
Nirvana - Smells Like Teen Spirit (Top Of The Pops)
Fuçando mais na Wikipedia, apareceu uma lista de performances zuadas, incluindo uma do Oasis que ficou bem famosa, ao estilo "descubra o que está errado nessa imagem".
Queria eu que o pessoal aqui no Brasil tivesse bollocks pra fazer o mesmo no Faustão...
... é porque deve ser bom, certo? (Ahhh, a modéstia...)
Dificil acontecer - deixar a TV ligada só pra fazer barulho e acabar se surpreendendo com algo extraordinário. Eis Nicole Atkins! Cliquem aí e sejam felizes.
O nome do maluco é Isaak Fernandez Rodriguez. O cara fez uma animação do Batman em 3D, num design que lembra um Lego, mas totalmente inovador que, mesmo sendo curtinho, foi uma das melhores coisas do Morcego que eu já vi. Esse é o 1° capítulo de uma série ainda sem tamanho definido (isso se a DC não tiver uma síndrome de Bill Waterson e pedir encarecidamente pro cara parar...).
É bem provável que tirem do ar (como aconteceu no YouTube), então, pros sortudos que estão aqui agora (alguém aí, alguém?), uma animação do Calvin e Haroldo!
P.S.: O cara que realizou essa façanha se chama Donato Di Carlo, é um animador italiano (óbvio...) e esse foi um trabalho de conclusão de curso. Mais da história (e da retirada do YouTube) aqui.
P.S. 2: Consegui baixar o vídeo FLV e postei no Rapidshare. O link tá aqui!
Uma das memórias que não queriam calar na minha mente, lembranças de um Video Music Awards perdido na memória que, caótica como ela e, me dizia que o coro que vocês, meus 3 leitores, ouvirão agora, teria cantado com o Brian Setzer (dos Stray Cats e de sua Orchestra). Não, não, memória inguinorante, era algo mais inusitado... A confusão deve ter acontecido graças ao penteado extravagante dos envolvidos mas, graças ao Favorito de Todos, tenho aqui a satisfação de apresentar o Coro do Exército Vermelho Russo com o Leningrad Cowboys. Enjoy!
Há um tempo atrás, vi um trailer que me chamou bastante a atenção. O nome do documentário era Who Killed The Electric Car?. Fique esperando a estréia aqui no Brasil ou que, pelo menos, aparecesse na locadora. Como nada disso aconteceu, recorri ao meu santuário favorito, proferri as palavras sagradas, esperei pacientemente e pude ver o filme.
Apesar de demasiadamente apaixonado e tendencioso (se tem alguém aqui que reclama do Michael Moore, passe longe!), é um ótimo filme e, principalmente, um filme de extrema relevância, já que hoje em dia as palavras "aquecimento" e "global" pipocam juntas praticamente todos os dias na TV e nos jornais. Fiquei bem impressionado com a miopía e a canalhice de uma indústria milionária que, ao invés de abraçar a oportunidade de inaugurar o futuro, optou por estar presa à uma tecnologia datada "somente" pelos lucros garantidos, mas com um "preço" muito alto.
Por um acaso youtubiano, os carros elétricos prenderam a minha atenção novamente e aí eu venho compartilhar com meus 3 leitores o que eu vi.
1 - O Tesla Roadster, um carro 100% elétrico que coloca qualquer um gasoline junkie o chinelo.
2 - O trailer do Who Killed The Electric Car?, seguido de uma ótima matéria relacionada ao filme, além de uma entrevista com o Tom Hanks no Letterman na época do lançamento do EV1, o "astro" do documnetário.
Pra todos os meus 2 leitores, em momento de total desocupagem (é, eu também sou um neologista, ha!), um post com todas as bobeiras, bobagens, nerdices e pulhagens (mais uma!) dignas de uma manhã de sábado preso em casa por causa de um maldito travesseiro!
1 - Family Guy (Uma Família da Pesada): uma abertura como nada parecido na TV. Merecia um Oscar por si só.
2 - Um grupo vocal querendo ensaiar num parque. Dois palhaços fazendo sparring num parque. Consequência natural? - Mortal Kombaaaaaaaaaaaaaaaaaaat!
3 - Beatallica. What tha p... is it?
Imagine o Metallica, doidão de batida de limão, tocando versões de clássicos dos Beatles à sua "singela" maneira. Não precisa mais imaginar. Pra quem quiser ir mais à fundo, o torrent com a discografia completa.
4 - Em seguida, um ótimo exemplo do que a falta de um exemplar do gênero feminino por perto e querendo jogo faz na vida de um inocente adolescente japonês. Legal, a criatividade muitas vezes nasce da adversidade. Mas tem coisas que são demais...
5 - Especial Esquilo Boladão (esse veio de uma das notícias malucas do Melhores do Mundo). A primeira versão é Orijinale. A segunda é Tarantinesca.
6 - Vida de repórter americano de TV comunitária não é brinquedo. Alguém deve colocar vodkaá água dessa gente, inacreditável....
7 - Especial Marta Suplicy.
Eu ainda não tinha visto (só lido) sobre a história do "Relaxa e Goza". Graças ao Onisciente, posso ser mais um indignado revoltado "P" da vida nesse país de m... de mela cueca.
A vaia no Maracanã foi pouco. Tinha que ter levado era latinha de cerveja cheia de mijo na cabeça, que nem vascaíno na geral debaixo da arquibancada do Maioral.
N é um jogo em Flash, de um visual que, de mais simples, seria o Pong. Você é um ninja dos mais sinistros, de habilidade e pulos fantásticos, preso em um lugar (tem cenário que lembra uma caverna, outro uma escadarias, um labirinto...). Sua missão é sair desse lugar. Mas pra isso você tem que ativar um switch e abrir uma porta.
Babaca? A primeira vista, sim. Até que você começa a jogar, avançar no jogo, ganhar habilidade e ficar viciado. Muito viciado. Esse aí tá com cara de ser o Tetris dos anos 00.
The Landlord, do Funny or Die, o YouTube que o Will Ferrel criou para abrigar vídeos de comédia, com votação e tudo. É dá o play e ganhar uma apendicite gargalhística.
Ouvindo "Parade" do Garbage na estrada. Socando o volante com "Stockholm Syndrome" do Muse. Zuando com a Neguinha ao som de "Borderline" da Madonna. Fazendo embromation com "Under The Influence" do James Morrisson. E a vida segue. E ela é mais nesses momentos.